25 de dez. de 2015

Taylor Swift Book Tag – Parte 1

Desde que parei de escrever comentários e resenhas, só uma tag realmente me deixou chateada por eu estar de fora: a Taylor Swift Book Tag. Quem me conhece sabe que eu AMO/IDOLATRO em caps mesmo a rainha, deusa diva Taylor Swift.

Agora, imagina juntar Taylor + literatura? Eu piro!

Então, eu vi a tag no blog da Mel e prometi para mim mesma que, quando voltasse a escrever, faria ela. Então dá o play e se prepare para dançar e ler horrores!
MÚSICAS/PERGUNTAS:
1. We Are Never Ever Getting Back Together – escolha um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria “terminar” com ela.

Apesar de ser a série queridinha de muita gente, Percy Jackson não conseguiu me fisgar. Achei a narrativa bem chata e o Percy irritante. Só não me livrei da coleção porque quatro dos cinco livros foram presente de pessoas muito especiais. Não fosse isso eu tinha abandonado a leitura ainda em Ladrão de Raios.


2. Red – escolha um livro com a capa vermelha.


Por Isso A Gente Acabou é um ótimo exemplo de compras impulsivas que dão certo. Um dia, estava na Saraiva, passeando linda e saltitante, até que peguei esse livro na prateleira e, por curiosidade, li a primeira página. Gamei no ato. A narrativa e as ilustrações deusas que têm dentro me fizeram comprar esse livro e nunca me arrependerei. Aguarde resenha desse muso.

3. The Best Day – escolha um livro que faça você se sentir nostálgica (o).


O Apanhador no Campo de Centeio é um livro ao qual eu tinha muita resistência. Não só por toda “mística” envolvendo ele, mas pelo fato de que eu sempre pensei que a história fosse enfadonha e distante de mim. Não fosse pelo John Green e seu Crash Course, eu nunca teria lido. E ainda bem que eu li! A história é maravilhosa e a cada trinta minutos eu parava para pensar na vida.


4. Love Story – escolha um livro com uma história de amor proibida.


Pode me julgar, mas meu coração me proibiu escolher entre um desses dois. As histórias da Susana e do Jesse (série A Mediadora) e da Rose e do Dimitri (série Academia de Vampiros) são apaixonantes e, se você ainda não leu, PRECISA LER.


5. I Knew You Were Trouble – escolha um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou (ou gostou muito) dele.


Escolhi O Festim dos Corvos porque sou completamente obcecada pelo Jamie Lannister. Vamos combinar, aquele sorriso e aquele corpinho tiram qualquer uma do sério. Mas, infelizmente, o cara não presta. Como diria a Taylor ele é trouble, trouble, trouble.



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28 de nov. de 2015

Teste Playlist da Semana


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27 de nov. de 2015

Teste

Teste de colaborador.
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25 de nov. de 2015

Resenha Batons avon

Olá, pessoinhas!!! Aqui é a Bruna (amiga da Bruna, hahaha), sou a amiga da dona do blog e voltei com uma postagem lindíssima! Recentemente comprei três batons para testar, já que ando precisando de coisinhas novas e achei a coisa mais linda as cores que escolhi. Quero compartilhar com vocês que gostam de make (eu curto um pouco, só uso o básico mesmo) e espero que curtam! Aqui vai:

  1. ROXO STAR (coleção Rock Star Color Trend)
    A coloração é forte, fica muito bonito em bocas carnudas (minha preferência); tem um cheirinho agradável que dá vontade de comê-lo (fazia isso quando criança... Cof cof) e ele é bem cremoso, espalha bem nos lábios e preenche tudo, fica uma graça! Ele tem uma pigmentação boa, portanto a duração dele é melhor.




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21 de nov. de 2015

Sobre ser livre


Sobre ser livre
Não sei quanto à você, mas sou uma pessoa complicada. Acordo todos os dias já pensando no que vai acontecer no dia seguinte e porque não fiz algo diferente no dia de ontem. Uma cabeça inundada em porquês que em 99% das vezes ou ficarão sem resposta alguma ou vão gerar outros em uma cadeia que nunca vai ter fim. E sabe o que é o pior? Apenas você pode responder cada um deles, por mais que não admita isso e que prefira que os outros façam (uma questão de necessidade afetiva).
Mas falando em necessidade afetiva, recentemente após mais uma desilusão com alguém que eu havia jurado ser o cara certo, me dei conta de que estava é fazendo uma bela burrada.
Não por dar tamanha importância a alguém que não devolveu o mesmo a mim, mas por delegar a mim mesma essa necessidade de ter alguém para ser feliz. E quantas pessoas sobrevivem todos os dias com essa filosofia e ideologia!
Descobri recentemente que posso amar meu corpo e cada imperfeição que tem nele. Cada estria que forma um caminho diferente, cada celulite que forma ondas como o mar embaixo dos dedos que passam por ela, a flacidez dos quilos perdidos que é deliciosa de apertar, meu cabelo cacheado que forma molas divertidíssimas de brincar, e etc, etc, etc.
E a parte mais bacana de me amar, foi descobrir que posso ser alguém totalmente diferente. Posso ser sensual, divertida, atrevida, discreta, tímida, e o que mais quiser. Porque é o meu corpo e me dou bem com ele. Aprendi a lidar!
Descobri na pele que aquela história de que “quando você começar a gostar de você, os outros vão gostar também” é a mais pura verdade (me recusava a creditar!). Se me permite a sinceridade, vivi e estou vivendo alguns dos momentos mais intensos e felizes da minha vida depois que passei a me respeitar, pois acima de pessoas que gostam de mim ou me amam, comecei a atrair pessoas que me fazem e me fizeram bem. Pessoas que me trouxeram luz e inclusive, algumas responsáveis por fazer com que me sinta tão mulher.
Notou que em momento nenhum citei um homem?
Não precisei de um.
Significa que não preciso? Não disse e nem digo isso.
Mas sei agora que meu mundo não gira em torno dos outros e sim em torno de um sistema solar próprio. E produzo meu próprio calor. Eu brilho por si só. Eu aqueço e emano esse calor. Eu acendo os corações e os desejos. Porque eu me amo e sou capaz disso e do que mais eu quiser.
Estou sim chateada por ter perdido um alguém. Mas esse alguém nunca chegou a ser meu... Não vou morrer hoje ou amanhã por isso, e muito menos minha vida precisa parar enquanto ele passa e eu fico.

Hoje, sendo quem sou, sou eu quem passo e me acompanhe quem quiser. 
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